Um acto bárbaro contra a história

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Não é de hoje que a herança e o património cultural dos países da região são destruídos por causa das guerras no Médio Oriente. Aconteceu aquando da invasão dos americanos ao Iraque, em que o Museu de Bagdad foi pilhado, e está a acontecer na Síria, onde os combates entre o regime de Bashar al-Assad e as forças da oposição estão a destruir património de valor incalculável. Agora são os jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico que estão a destruir património que o Metropolitan Museum descreve como “um dos mais importantes do Médio Oriente”. São esculturas pré-islâmicas que aparecem num vídeo de propaganda a serem destruídas à martelada e com berbequins no Museu de Mossul. E as peças de maior valor e mais fáceis de transportar são guardadas para serem traficadas e para financiar o terrorismo deste grupo cujo crime maior são as barbáries e as atrocidades cometidas contra a vida humana.

editorial do jornal público que a smartencyclopedia subscreve na íntegra

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Idade Antiga

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Na periodização das épocas históricas da humanidade, Idade Antiga, ou Antiguidade é o período que se estende desde a invenção da escrita (de 4000 a.C. a 3500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.).

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Exército Espartano

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O exército espartano era a força militar de Esparta, uma das principais cidades-estado da Grécia Antiga. O exército ocupava o centro do Estado espartano, cuja obrigação primordial de seus cidadãos era "serem bons soldados". Sujeitos ao treino militar desde a infância, os espartanos formavam uma das mais temidas forças militares na história da humanidade. No auge de Esparta, do século VI a.C. ao século IV a.C., aceitava-se o dito de que "um espartano valia mais que diversos homens de qualquer outro Estado".

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