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sexta, 15 novembro 2019 20:04

Investigadores portugueses redescobrem o mais completo estegossauro da Europa. Estava guardado há 60 anos na Amadora Destaque

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Paleontólogos portugueses "redescobriram" fóssil de importante dinossauro num laboratório do LNEG. Descoberto há 6 décadas por um russo, é, afinal, o mais completo estegossauro da Europa.

Um geólogo russo descobriu um dinossauro em Portugal, mas não teve tempo para estudá-lo. E durante seis décadas ninguém soube que o fóssil armazenado no Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), desde 1959, era afinal o mais completo exemplar de estegossauro da Europa e o dinossauro mais completo de Portugal. Dois paleontólogos portugueses são responsáveis pela redescoberta, 60 anos depois, segundo o Jornal de Leiria e o jornal i.

O exemplar do estegossauro — espécie herbívora de 9 metros que viveu durante o Jurássico Superior, há cerca de 150 milhões de anos — esteve guardado desde que Georges Zbyszewwski descobriu o fóssil em Atouguia da Baleia, Peniche, enquanto fazia estudos de cartografia geológica, de acordo com o jornal i. O geólogo, paleontólogo e arqueólogo russo — que desenvolveu quase toda a atividade científica em Portugal e que daria um forte contributo para o avanço das investigações paleontológicas no país — acabaria por não ter tempo para estudar o estegossauro.

Seis décadas depois, Francisco Costa, paleontólogo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e colaborador do Museu da Lourinhã, revelou a importância do fóssil. Os resultados, publicados na revista científica Plos One, foram alcançados depois de concluída a tese de mestrado sobre o tema, sob a orientação científica de Octávio Mateus. Francisco Costa aceitou o desafio lançado pelo professor e desenvolveu a investigação a partir de 2015, beneficiando de uma bolsa financiada pelo LNEG.

O paleontólogo, citado pelo jornal i, diz que o fóssil — exemplar de Miragaia longicollum com 152 milhões de anos —, é “o esqueleto mais completo entre qualquer outro em todo o continente” e “revela muita coisa sobre a presença deste grupo no resto do continente”.

Esta sub-espécie foi descoberta em Inglaterra ainda no século XIX e, segundo o Jornal de Leiria, que cita os investigadores, teve continuidade na década de 1990, na Lourinhã, com nova descoberta. Mais tarde, em 2009, a nova espécie seria então batizada de estegossauro Miragaia longicollum.

Fonte: Observador

Ler 83 vezes Modificado em sexta, 15 novembro 2019 20:12

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