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quarta, 25 março 2020 10:34

Covid-19. Estudo de Oxford refere que metade da população do Reino Unido pode estar infetada (mas a maioria com sintomas ligeiros) Destaque

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Investigadores de Oxford traçaram um modelo que aponta para a presença do novo coronavírus no Reino Unido mais de um mês antes dos primeiros registos oficiais.

etade da população britânica pode estar já infetada com o novo coronavírus, indica um estudo feito com base em modelos desenvolvidos por investigadores da Universidade de Oxford.

De acordo com este trabalho, o vírus teria entrado no Reino Unido em meados de janeiro e - como muitas infeções emergentes – foi-se espalhando de forma invisível durante mais de um mês até surgirem os primeiros registos oficiais da doença, já em fevereiro. É um cenário que carece ainda de confirmação oficial, mas a verificar-se, isso significaria que um em cada mil pacientes infetados vai necessitar de tratamento hospitalar devido à gravidade dos sintomas - mas a maioria não sofrerá mais do que sintomas muito leves ou nenhuns, explicou ao “Financial Times” Sunetra Gupta, professora de epidemiologia que liderou o estudo.

Para as conclusões apresentadas, os investigadores (que integram um especialista português, José Lourenço) recorreram a relatórios com dados do Reino Unido e de Itália, considerando as evoluções mais plausíveis quanto ao comportamento do vírus.

É uma perspetiva muito diferente da apresentada pelo Imperial College de Londres, que acabou por ser decisiva para a escolha das políticas seguidas pelo Governo britânico.

O cenário apresentado pelos investigadores de Oxford aponta para a ideia de uma imunidade de grupo, ou seja, a de que o vírus deixará de se propagar quando um número considerável de pessoas se tiver tornado resistente, por estas já terem sido infetadas."Precisamos de começar imediatamente a fazer pesquisas sorológicas em larga escala para avaliar em que estágio da epidemia estamos agora", defende Sunetra Gupta. Ainda assim, a investigadora reconhece que o distanciamento social recomendado é uma medida acertada, por permitir reduzir o número de doentes graves, de forma a evitar demasiada pressão sobre o sistema de saúde durante o pico da pandemia.

Caso este modelo de Oxford se revele verdadeiro e a hipótese de a imunidade de grupo de verificar, o efeito seria a possibilidade de serem abandonadas mais cedo as restrições atualmente em vigor no Reino Unido.

Fonte: Expresso

Ler 64 vezes Modificado em quarta, 25 março 2020 10:38

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